- 12 dicas -
O que todo mundo que vai comprar um imóvel precisa saber antes de fazer bobagens? -
BCQI News fez uma pesquisa e conversou com o Consultor Imobiliário Márcio Queiroz que enumerou 12 dicas fundamentais para quem quer aplicar seu rico dinheirinho num empreendimento, seja para morar ou investir.
De acordo com Márcio, a coisa mais importante é saber o que se quer: “Muitas vezes o cliente chega sem saber o que precisa, o que quer, onde quer, quanto tem disponível e o que pode comprar. Nestes casos, o papel do bom corretor de imóveis é ajudá-lo nesse contato com a realidade para definir o que vão buscar no mercado. Então, na minha opinião, uma dica, que considero fundamental, para quem vai comprar um imóvel, seja para investir ou morar, é pensar suas necessidades. Avaliar quanto tem, onde quer, o que quer e se o que quer vai atender o que precisa. Estes pontos são fundamentais para o fechamento de um bom negócio tanto para quem compra quanto para quem vende”
Confira:
1 – Uma coisa importantíssima é saber para quando você quer seu imóvel. Isso mesmo, pois você tem possibilidades muito boas se comprá-lo na planta. Os descontos chegam a 40% em relação ao empreendimento novo, pronto para morar, então, se é ganhar bastante com essa investida do seu dinheiro, além de morar, vale a pena buscar por lançamentos. Mas, se você tem pressa para mudar, é importante procurar empreendimentos prontos ou muito perto da entrega das chaves.
O que todo mundo que vai comprar um imóvel precisa saber antes de fazer bobagens? -
2 - Depois de decidir o que quer, tenha em mente três opções quanto a região que pretende comprar e classifique-as em ordem de preferência. Leve em consideração a estrutura de serviços do local: colégios, transportes, hospitais, supermercados, etc. Vale a pena levar em consideração, principalmente para quem vai comprar um imóvel agora – no Rio de Janeiro, por exemplo, os bairros em crescimento e constante valorização, como os da Zona Oeste (Barra, Recreio, Curicica, Jacarepaguá, Vargens, entre outros) e da Região Portuária (Gamboa, São Cristóvão, entre outros).
3 – Você já tem em mente o valor do imóvel que quer comprar, certo? Agora, pense em como pretende pagar esse imóvel. É muito importante fazer as contas e saber o quanto de fato você tem de dinheiro, assim como quanto você tem de outros recursos como o FGTS, por exemplo.
4 – Voltando a questão dos imóveis em lançamento, vale lembrar que até a forma de pagar é diferenciada. Geralmente são 30 meses para pagar 20% do valor do imóvel e isso pode fazer uma grande diferença na hora de financiar o restante junto ao banco. Mas, outro caso, que se aplica para investidores, a compra de um imóvel na planta é muito mais vantajosa. Já que na planta ele compra mais barato e pode vender pelo preço de mercado na ocasião da entrega das chaves, lucrando com a diferença do imóvel por si só, além da valorização do empreendimento.
5 – Busque um profissional especializado na área, um corretor ou consultor imobiliário. Uma pessoa capacitada pode fazer negócios mais vantajosos para você, além de buscar oportunidades que você nem faz idéia que existem. Lembre de se cercar de profissionais experientes e credenciados.
6 – Lembre-se, apesar de mais charme os condomínios menores pode ter mais gastos. Quando o número de condôminos é maior, ou seja, quando se tem vários blocos ou edifícios, os gastos são diluídos entre mais pessoas e a taxa tende a ser mais acessível.
7 – Visite o empreendimento de dia e a noite para conhecer melhor o entorno da região e saber se é isso mesmo que você quer.
8 – Então você encontrou o imóvel de seus sonhos? Que ótimo, agora peça todas as informações que você julgar importante, inclusive dados sobre a empresa, sobre a obra, prazo de entrega no caso de imóveis comprados na planta, taxa de decoração e etc. Pense se o prazo de entrega atende suas necessidades, se o imóvel estiver na planta, leve em consideração o tempo de atraso na entrega – muitas estipulam e prevêem a entrega em até 180 dias após a data inicialmente prevista. Se o imóvel estiver pronto para morar, se certifique que poderá assumir os pagamentos no prazo dado pela parte que vendedora.
9 – Agora vem o momento burocrático, você terá que entregar seus documentos, mas também deverá pedir toda a documentação: cópia do registro do memorial de incorporação e a minuta do contrato de promessa de compra e venda. Submeta esses documentos à análise de um advogado de sua confiança.
10 – Antes de assinar a promessa de compra de venda, certifique-se de que tudo o que o corretor está vendendo esteja incluído por escrito no memorial descritivo, tanto da unidade tipo quanto da área comum. É nele que devem constar os acabamentos que serão utilizados no empreendimento, seja no imóvel ou nas áreas comuns.
11 – Antes de fechar negócio, verifique o trabalho da construtora, seu histórico e o portfólio. Veja se empreendimentos anteriores foram entregues no prazo. Peça ao corretor referências sobre o trabalho daquela construtora e procure visitar a obras já realizadas e lançadas pela empresa
12 – Reveja seu orçamento e se certifique que você poderá arcar com os custos fixos que o imóvel vai trazer. No caso de apartamentos, a taxa do condomínio já deverá ser paga a partir do momento em que o cliente quita o apartamento ou quando é confirmada a liberação do financiamento pela instituição financeira escolhida.
Luciana Costa Barretto - Jornalista responsável
BQCI – Barreto e Queiroz Consultoria Imobiliária News
Crédito da foto: Divulgação Reserva Jardim - Rio de Janeiro
A revista Exame desse mês publicou uma matéria interessante sobre a figura do corretor de imóveis... Ao responder um internauta que queria saber como ele faria para encontrar um bom corretor para vender um imóvel de R$ 1 milhão, o especialista Alex Strotbek apresentou alguns esclarecimentos sobre a figura do corretor de imóveis.
Resposta de Alex Strotbek*: "Em um primeiro lugar, precisamos entender a figura do corretor de imóveis. Ele é um intermediador: não trabalha com um único lado, mas está entre vendedor e comprador.
No mercado do Rio de Janeiro, por exemplo, que se encontra aquecido, há muitos aventureiros, corretores recém habilitados e com pouca experiência no negócio imobiliário. Esta situação se dá por nos encontrarmos em um momento de "boom" imobiliário, com preços muito altos, o que acaba se tornando um chamariz para novos profissionais.
Mais precisamente no seu caso, o ideal é buscar as imobiliárias tradicionais na sua microrregião e apresentar seu imóvel, para que estas o cadastrem em seu estoque de imóveis para a venda.
Também é interessante sondar as imobiliárias regionais e bem conceituadas. Mesmo que pequenas, elas farão o trabalho de base, que é anunciar o imóvel tanto por meios eletrônicos (internet) como em jornais de grande circulação, podendo assim gerar mais visitas.
As imobiliárias maiores não somente investem na divulgação, mas selecionam melhor seus colaboradores (corretores autônomos), assim como também investem no treinamento constante destes. Além disso, têm melhor infraestrutura e estrutura de pessoal.
Por último e não menos importante, o bom corretor é aquele que:
- Gera confiança e está à disposição;
- Conhece o mercado, a região ou microrregião, em termos de preços, tipos de imóveis etc.;
- Está bem estabelecido fisicamente, com estrutura para fazer um bom trabalho;
- Tem sua habilitação regular junto ao CRECI (Conselho Regional de Corretores de Imóveis), ou seja, é tecnicamente capacitado, conhecendo não somente de vendas, mas também as condições legais mínimas para a venda de um imóvel.
Vale ressaltar que antes de colocar o seu imóvel à venda, o vendedor deve solicitar a avaliação de três corretores, e assim verificar se o preço desejado é também compatível com o que é praticado no mercado. Este já será um bom momento para avaliar o trabalho dos corretores e imobiliárias"
*Alex Strotbek é consultor imobiliário especializado na gestão executiva de novos negócios no mercado imobiliário nacional e internacional. Graduado em Administração de Empresas, Comércio e Contabilidade pela escola de comércio Schweizerische Alpine Schule Davos, na Suíça, possui expertise em contratos imobiliários de compra e venda, permutas física e financeira, incorporações e lançamentos imobiliários e já gerenciou e acompanhou diversas negociações na área – desde o desenvolvimento e planejamento, até a execução das vendas.
CURTI E VOCÊ?
Imagem: Infomoney
Fonte: Revista Exame
DÚVIDA DE QUEM QUER VENDER IMÓVEL
A revista Exame desse mês publicou uma matéria interessante sobre a figura do corretor de imóveis... Ao responder um internauta que queria saber como ele faria para encontrar um bom corretor para vender um imóvel de R$ 1 milhão, o especialista Alex Strotbek apresentou alguns esclarecimentos sobre a figura do corretor de imóveis.
Resposta de Alex Strotbek*: "Em um primeiro lugar, precisamos entender a figura do corretor de imóveis. Ele é um intermediador: não trabalha com um único lado, mas está entre vendedor e comprador.
No mercado do Rio de Janeiro, por exemplo, que se encontra aquecido, há muitos aventureiros, corretores recém habilitados e com pouca experiência no negócio imobiliário. Esta situação se dá por nos encontrarmos em um momento de "boom" imobiliário, com preços muito altos, o que acaba se tornando um chamariz para novos profissionais.
Mais precisamente no seu caso, o ideal é buscar as imobiliárias tradicionais na sua microrregião e apresentar seu imóvel, para que estas o cadastrem em seu estoque de imóveis para a venda.
Também é interessante sondar as imobiliárias regionais e bem conceituadas. Mesmo que pequenas, elas farão o trabalho de base, que é anunciar o imóvel tanto por meios eletrônicos (internet) como em jornais de grande circulação, podendo assim gerar mais visitas.
As imobiliárias maiores não somente investem na divulgação, mas selecionam melhor seus colaboradores (corretores autônomos), assim como também investem no treinamento constante destes. Além disso, têm melhor infraestrutura e estrutura de pessoal.
Por último e não menos importante, o bom corretor é aquele que:
- Gera confiança e está à disposição;
- Conhece o mercado, a região ou microrregião, em termos de preços, tipos de imóveis etc.;
- Está bem estabelecido fisicamente, com estrutura para fazer um bom trabalho;
- Tem sua habilitação regular junto ao CRECI (Conselho Regional de Corretores de Imóveis), ou seja, é tecnicamente capacitado, conhecendo não somente de vendas, mas também as condições legais mínimas para a venda de um imóvel.
Vale ressaltar que antes de colocar o seu imóvel à venda, o vendedor deve solicitar a avaliação de três corretores, e assim verificar se o preço desejado é também compatível com o que é praticado no mercado. Este já será um bom momento para avaliar o trabalho dos corretores e imobiliárias"
*Alex Strotbek é consultor imobiliário especializado na gestão executiva de novos negócios no mercado imobiliário nacional e internacional. Graduado em Administração de Empresas, Comércio e Contabilidade pela escola de comércio Schweizerische Alpine Schule Davos, na Suíça, possui expertise em contratos imobiliários de compra e venda, permutas física e financeira, incorporações e lançamentos imobiliários e já gerenciou e acompanhou diversas negociações na área – desde o desenvolvimento e planejamento, até a execução das vendas.
CURTI E VOCÊ?
Imagem: Infomoney
Fonte: Revista Exame


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